A partir de setembro, as crianças e jovens com menos de 15 anos estão proibidos de aceder a redes sociais, em França.

O que acham, é este o caminho?

  • Ninguém@lemmy.pt
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    7 天前

    Sinceramente, ando a “experimentar as redes sociais*” há uns anos (poucos) e deixa-me dizer-te que não me convencem. O mais comum dos putos não perde grande coisa.

    Dito isto, há que considerar que nem todos vivem situações “comuns”. Há casos de pessoas em situação de fragilidade, abuso, violência… que podem beneficiar dum apoio que não conseguem “offline”.

    Na minha própria reflexão acerca do que ando a experimentar, tenho a dizer que o que mais me atrai (ou atraia) é (era) a possibilidade de discutir e debater ideias e tenho sentido uma grande frustração nisso. O contacto com novas ideias e mundivisões talvez consiga um pouco, mas, mais uma vez, muito pouco… Talvaz a culpa seja de eu me manter restringido a redes marginais (nada de FBs e TTs), mas não estou disponível para prescindir da sanidade e princípiios.

    • Quando digo redes sociais, aqui, refiro-me àquilo que normalmente se chama “redes sociais”, mas não considero que seja uma definição correta e não é o que EU considero “rede social”. Para mim, “rede social” vai desde a mesa de café, ao email, usenet… até agora aos tiktoks da vida - normalmente o pessoal só considera estas últimas porque, sendo novos, acham que inventaram a pólvora (desculpem o sarcasmo).