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Cake day: January 22nd, 2024

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  • Discordo completamente. Nunca iria fazer uma coisa dessas num facebook ou instagram menos menos tik tok (que nunca tive). Quer se goste ou não o LinkedIn é uma rede profissional com colegas de trabalho e parceiros de negócio. Uma espécie de networking semelhante como quando se vai a uma conferência e afins.

    Agora toda uma feira de vaidades é levar a ferramenta para o outro extremo.


  • Primeiro meter lá a vida toda é um mal associado a todas as redes sociais. Nunca se deve fazer isso.

    O LinkedIn tinha uma coisa boa que era a rede de influências alargada e uma janela para futuros contactos. Eu por exemplo quando mudei de cidade enviei mensagem privada ao administrador de uma universidade pública que me respondeu logo para marcar entrevista e enviar CV. Simples rápido e funcionou. Fui para lá trabalhar. Já trabalhava no ensino superior. Não conhecia a pessoa e funcionou sem formalismos exagerados e sem passar pelo expediente geral.

    Mas um caso não são casos. Se calhar foi sorte, foi aproveitá-la 😁

    Atualmente o LinkedIn é uma mega feira de vaidades…






  • Eu acho que o efeito pode ser próximo de nulo se os pais derem acesso às suas contas e as crianças continuam nas redes. Desde que etsejam entretidas. Com isto ensinam também que mentir é normal e não faz mal e que as regras podem ser quebradas e contornadas.

    O tempo o dirá.

    No meu entendimento uma criança em nada beneficia em andar no facebook, instagram, tik tok, whatsapp e muitas outras.




















  • Há certas abordagens em que em Portugal gostamos muito de ser altamente avançados. Esta deve ser outra delas.

    A parte da melhoria do sinal de rede, melhoria do Kit Escola Digital e toda a infraestrutura tecnológica, software e hardware, parece-me muito bem, pois com “magalhães” lentos e wi-fi fraco é muito difícil fomentar estas aprendizagens.

    Penso que estas coisas deveriam ir por partes, com mais calma para os mais novos, e com mais celeridade para os graúdos. Temos como medidas urgentes a revisão de programas de formação inicial de professores e outros profissionais para adopção de IA - fomentar literacia digital, pensamento computacional, literacia crítica de dados e ética. Também me parece muito bem a parte de integrar políticas de promoção do bem-estar escolar a dimensão dos riscos da dependência tecnológica para a saúde mental dos alunos.

    Agora promover, como urgente, a literacia em IA e a criação de prompts logo no 1.º ciclo não faz sentido nenhum. Parece que não se aprendeu nada com os manuais digitais em que fomos muito afoitos e existem países a reverter. Isto faz sentido eventualmente mas a longo prazo. Depois de aplicado a 3.º ciclo e secundário e depois de estudados os impactos.

    Até porque o mesmo documento fala, para longo prazo, na criação de ofertas curriculares específicas no ensino secundário - ainda que numa óptica mais complexa.





  • Nem mais. Com a minha mulher usamos Signal, penso que tem um mínimo de segurança e privacidade. Longe da paranóia mas com algum respeito de privacidade e segurança. De resto pouco ou nada aceita mudar.

    Tem também muito a ver com os sites e blogs de tecnologia. Por exemplo o pplware faz 500 posts sobre o whatsapp e 1 ou 2 de outras apps do género. Podem dizer que o whatsapp tem mais novidades, que são isentos e outras coisas mas a verdade é que os visitantes do blog só lêm sobre whatsapp…

    E claro a facilidade. É instalar e está lá toda a lista telefónica.


  • Viva. Na realidade não recomendo nada 😁 Penso que teremos de olhar para esta questão por vários prismas.

    Um deles é o nosso nível de preocupação para com a segurança e privacidade. Existem pessoas que dizem ter uma vida banal e por isso não se preocupam que os americanos, russos, chineses saibam pequenas coisas do dia a dia - e ignoram que o somatório pode ser muito.

    Depois temos **valores **associados, como aplicações russas, chinesas, americanas… queremos usar tendo em conta antecedentes e perspectivas de violações futuras?

    Depois temos o limite até onde estamos dispostos a ir. WhatsApp e dar tudo à meta (se olharmos para o todo até já se fala em analisar altura e estrutura óssea), ceder a Signal apesar de algumas notícias, Telegram por ser de um russo que se calhar já nem se dá com a Rússia. A questão da encriptação ponto a ponto e o resto e outras coisas.

    Temos, ainda, a **complexidade **como o Matrix e muitos outros em que não se encontram utilizadores na lista telefónica mas é preciso servidores, nicknames e outras coisas muito pouco amigáveis. Para os mais velhos é um filme e para os mais novos que só querem seguinte, seguinte e aceitar.

    Depois temos, também, aquilo a que chamo o balde de água fria que é a realidade. Abrimos o whatsApp e temos lá 99% da nossa lista telefónica, abrimos o Telegram e temos menos de 50 pessoas, abrimos o Signal e temos 6 pessoas e abrimos o Element (Matrix) e temos 2 pessoas.

    Desde 2023 que tento convencer toda a minha rede a mudar para Signal, repliquei grupos e mudaram umas 5 pessoas, sendo que 4 já desistiram há muito.

    Compreendo que é uma opção pessoal e diariamente falo com muito poucas pessoas, mas existe uma coisa que me é impossível resolver que são os grupos do Colégio e Escola das crianças. Ou me isolo e nada sei ou tenho de me sujeitar. Aqui a pedagia é uma mão cheia de nada.